Cá estou no aeroporto Indernacional do 2 de Julho (me recuso a chamar o aeroporto de Salvador de outra forma), aguardando meu vôo para São Paulo. Dessa vez ele não está atrasado. Está com um status que eu nunca vi antes. Completamente diferente dos já conhecidos: Previsto, Confirmado, Atrasado, Cancelado, Embarque Imediato, Última chamada e Finalizado.
Ganha uma maria-mole quem advinhar qual é meu vôo.

PS: enquanto eu escrevia o post e tentava publicar usando a conexão wi-fi ruinzona, o status do vôo voltou para “Previsto” para às 2:00 da madrugada (sem horário de verão).
Sinto-me como Viktor Navorski.
Welly, welly, welly well… Cá estou de novo enfrentando mais um viagem.
Meu vôo está marcado para sair somente as 4:15… mas sinto cheiro de atraso, pra variar um pouco. Isso é uma coisa completamente normal para mim. Se um dia você viajar e quiser diminuir os riscos de ter problemas com seu vôo, certifique-se que eu não esteja nele antes.
A sala de embarque de Cumbica está um inferno. Gente dormindo pelo chão, quebra-pau no balcão da Gol e outras confusões similares.
Como se não bastasse o fato de ser véspera de feriado, choveu muito hoje no final do dia, e pelo que me parece, Congonhas acabou fechando, tendo um monte de vôo transferido para Cumbica.
Queria aproveitar esse post para informar que criei uma conta nesse tal de Twitter, vamos ver se isso presta pra alguma coisa.
UPDATE
São 6:00 e finalmente tenho a confirmação do horário do vôo: 7:45. Como diria o ditado popular: Ah! Eu já sabia!
Apesar dele ter dito que prefere não saber a resposta, um ato típico de cudocismo, responderei mesmo assim.
Na verdade eu não encontro nada. Esse tipo de material é que me encontra. Estou eu, inocentemente, navegando na Internet e sem querer acabo me deparando com uma sacanagenzinha leve aqui (também conhecida como softcore), um BSDM ali, um bukkake acolá e outros tipos de safadeza independente de fazer parte da cultura oriental, ou ocidental.
Isso acontece, pois a Internet é para pornografia. Basicamente. Na verdade praticamente toda tecnologia é voltada pra putaria.
Para se ter uma idéia do mercado pornô online, pode-se olhar as estatísticas no vídeo abaixo.
E se ainda tiver dúvidas de que a Internet é para pornografia, assista o musical do Avenue Q entitulado The Internet is for Porn. Nesse post do Edney você acha o link para o vídeo original. Pra quem quiser ver por aqui tem a versão feita com os personages do jogo World of Warcraft, e com legendas em português.
Esse veio diretamente do nicho pornográfico de Bollywood.
Uma verdadeira aula de como se amassar pão.
Atenção: o link a seguir é inadequado para visualização em locais públicos, e pode causar demissão caso visto no trabalho. (Sim, é um filme de putaria!)
Confira com seus próprios olhos: O pior filme pornô indiano (talvez do mundo) de todos os tempos.
Atenção especial para as fisionomias da mulher e nos atributos físicos do rapaz.
O melhor de tudo é a trilha sonora!
Então queria apenas me manifestar e dizer que nesse maldito país, não existe um político com culhões. Eles preferem a covardia da sessão secreta.
Resumindo: vergonha nacional!
Depois de longas 3 semanas trabalhando exaustivamente em Belo Horizonte, de um maldito vôo de volta pra lá de cansativo (se o aeroporto fosse mais perto teria sido um pouco menos penoso), e de um merecido descanso no feriado, estou de volta com a programação não-tão-normal-assim do blog.
A volta não é muito em grande estilo, mas é de uma maneira muito divertida: comentário de notícias do Populares do Terra.
Essa notícia fala de uma descoberta de uma universidade norte-americana que vai agradar muitos homens que já passaram dos 40 (alguns não precisaram nem chegar a isso).
Sim! Estou falando de mais uma solução para a paumolecência, a broxisse, a pipa-do-vovô-não-sobe-mais, ou como preferem os médicos paulistas (o zoista cuida dos zói e os oculistas nunca vão mexer no meu), disfunção erétil.
Além do viagra, do cialis, do levitra, do ovo de codorna, do amendoim, da catuaba, das milagrosas garrafadas, e do tônico revitalizante desenvolvido na banheira do Vovô Simpson, os senhores distintos têm agora mais uma solução para seu problema.
O grande detalhe é que a solução para levantar o defunto é tão óbvia, mas tão obvia, que faz com que grandes laboratórios da indústria farmacêutica se envergonhem e depois se perguntam: por que não pensamos nisso antes?
E então? Alguém imagina qual é esse milagre tão óbvio, que inclusive já foi pregado por Raul Seixas?
Uma maria-mole (sem trocadilhos, ok?) para quem acertar.
É claro que é a aranha… como dizia Raul: “Vem cá mulher deixa de manha, minha cobra quer comer sua aranha.”
Mas claro que não é uma aranha qualquer. Dessa vez valendo um pirulito zorro pra quem acertar qual é a aranha.
Tá na cara que é a aranha armadeira, afinal, armar é com ela mesmo.
Falando sério, o segredo todo está no veneno da aranha armadeira brasileira (Phoneutria nigriventer), que pelo que parece eleva o índice de oxído nítrico no corpo fazendo com que o sujeito picado tenha uma varinha mágica em suas calças. Ah sim, além de ficar de pau duro ele sofrerá uma intensa dor e muito desconforto. Mas isso é o de menos se for comparar com o benefício.
Não demora muito a Pfizer deve começar a criar aranhas armadeiras em cativeiro pra criar algo tipo um Viagra+. Acho que até lá eles devem resolver o problema da intensa dor e do desconforto, provavelmente da maneira mais fácil de se resolver esse mero detalhe: letras miúdas na bula.

Tenho acompanhado… hummm acompanhado é muito forte, então tenho apenas visto uma certa muvuca a cerca de um projeto chamado Amores Expressos, cuja idéia é patrocinar viagens internacionais, com dinheiro público diga-se de passagem, para alguns escritores, e estes possam se inspirar para escrever um romance, no sentido de história de amor.
Alessandro Martins tem mais informações sobre o que é exatamente esse tal de Amores Expressos, bem como as reações que esse projeto vem causando.
Sinceramente, acho meio bizarro esse negócio de dinheiro público patrocinar viagens internacionais para criação de novas Sabrinas, Júlias e Biancas. Sim, podem me chamar de limitado e preconceituoso, mas essa é a idéia que tenho de histórias de amor. É coisa pra gente frustrada.
Prefiro muito mais a idéia que Marco Gondim publicou lá no Selva. Amores perversos. A idéia é quase a mesma. As diferenças são o custo mais baixo, deve-se criar um conto de perversão e não se conta com recurso vindo de nenhuma lei de incentivo a cultura.
Porém se mesmo assim o negócio é pagar viagem para escritores, por que não pegar esse dinheiro e usar pra comprar bebidas, cigarros, maconha, chocolates e outras coisas que fazem viajar?
Alguém pode dizer: ahhh mas maconha é ilegal! É fácil: legaliza apenas para uso cultural.
* Pra quem não conhece, a expressão pinga-pinga é usada para designar o famoso ônibus comercial que, ao contrário do expresso e do executivo, sai parando em tudo quanto é canto. Se um cachorro levantar a perna pra mijar é capaz do motorista parar.
Vovô Simpson existe em carne e osso.
Ao ler uma notícia no Terra Popular, não pude deixar de me lembrar do simpático morador da Springfiel Retirement Castle.
A notícia fala sobre um senhor de 68 anos, que pega um rato em sua casa, e esse rato, em com toda sua malandragem, consegue escapar das garras do velhinho, não sem antes roubar-lhe a dentadura.
Numa tentativa desesperada de recuperar seu sorriso, o senhor inicia uma caçada com ajuda de sua esposa e de seu futuro genro.
Depois de muita procura, finalmente encontram a toca onde o rato se escondia, uma pequena abertura na parede de madeira. Numa atitude desesperada resolvem serrar a parede (devia ser de madeira), e o velhinho finalmente encontra seus amados dentes. O rato não estava mais lá.
A esposa do velho diz que mesmo depois disso tudo, o rato ainda bota o focinho pra fora da toca e olha para o velho. “Ele está provocando meu marido!”, diz a velhinha.
*Tradução: Ela me mordeu com meus próprios dentes! Frase proferida por vovô Simpson no episódio Arquivo S (The Springfield Files), onde ele tenta recuperar sua dentadura que foi roubada por uma tartaruga.
De vez em quando gosto de olhar nas estatísicas do blog, uma seção que lista os termos que as pessoas utilizam em buscadores e acabam caindo por aqui.
Geralmente a maioria das buscas são coisas bem genéricas como por exemplo sacanagem, fotos amadoras e coisas relacionads ao Orkut. Outras são do calor do momento, como foi o caso do famoso vídeo da Daniela Cicarelli dando umazinha em praias espanholas, ou ainda gente procurando por senhas da globo.com para assistir o maldito BBB7.
Mas tem uma busca específica, que apesar de não estar entre as tops, costuma ser recorrente e me chama a atenção: Cristiane Pelajo dando o cu!
Isso me parece como uma busca desesperada de algum tarado pela Cristiane Pelajo, tentando descobrir algo sobre a vida intíma da apresentadora do Jornal da Globo.
Até o presente momento, eu desconheço qualquer coisa a esse respeito que tornou-se público e caiu nas graças do povão. Se Cristiane Pelajo deu ou não isso é uma coisa que ninguém sabe, exceto por ela e o(s) felizardo(s).
Mas e se realmente acontecesse, e um videozinho amador começasse a rodar pela rede? Seria a Globo conivente com o caso, assim como a MTV foi com Cicarelli?
Acredito que não, afinal a Globo é conhecida por seus bons valores morais e por colocar a família acima de tudo, assim como faz o PFL, que agora é conhecido como Democrata. (agora eu faço aquele olhar que tenta fugir do interlocutor, mas na impossibilidade caio na risada).
Certamente a Globo, em toda sua hipocrisia demitiria Cristiane Pelajo, que mais uma vez encheria o rabo, sendo que dessa vez seria de dinheiro proveniente de ações judiciais e de um contrato milionário com alguma produtora do Porn Valley, além de tomar o lugar de Penélope Nova na MTV no comando do programa Ponto Pê. (Pê de Pelajo, porra!)
E pra finalizar, em minha humilde opnião, Cristiane Pelajo devia mesmo chutar o balde. Os telespectadores do jornal da Globo, e eu também, agradeceríamos.
Naquela noite o destino era parcialmente incerto. Só sabíamos que seria um lugar que tivesse espaço pra dançar e que estivesse localizado nas cercanias de Santo André.
Seguimos então para a rua das Figueiras, que fica numa área onde todas as ruas têm nomes de pés de frutas.
Então paramos em lugar que nos parecia ser o mais legal entre os que tinha na rua. Infelizmente (ou felizmente… vai saber) eu não me lembro do nome do lugar. Uma coisa interessante de lá é que te dão a liberdade de escolher entre pagar entrada ou pagar consumação. Como sei que não sou muito de me comportar, optei pela consumação.
Outra coisa que achei muito bacana, e essa eu achei bacana de verdade, foi o cardápio do lugar. Ao invés daqueles cardápios chatos e sem graça que tem em tudo que é budega, o de lá era um disco de vinil. Um disco de vinil de verdade. No lado A ficavam as bebidas e no lado B as comidas. Ou o contrário. Os preços ficavam na faixa das casas noturnas daqui de São Paulo. Acho que eram ligeiramente mais baratos.
A pista de dança também era legal, tinha uma acústica boa, era acessível por uma porta giratória para impedir que o som escapasse pro lounge e não estava socada de gente. Dava até pra abrir os braços lá dentro.
É… tinha tudo pra ser um lugar bacana.
Na hora que entramos na pista de dança, estava tocando música eletrônica. Ok, não é meu estilo favorito, mas tem algumas coisas que acho legais e tocou algumas músicas que eu até conhecia. Então trocou o DJ… primeiro erro: parar o som para anunciar o novo DJ, que foi apresentado como um especialista em Black Music. Pensei: “Oba! Talvez role um tributo a James Brown, pra compensar essa cagada”.
Puro, mas puríssimo engano. O que começou a tocar era completamente estranho aos meus ouvidos. Fiquei questionando que tipo de Black Music era aquele. Não era Soul, nem Jazz, nem Blues, nem R&B e acho que nem Hip Hop, que apesar de não gostar eu sei identificar. Olhei em volta e as pessoas dançavam e cantavam aquela música estranha e ruim. “What the porra está acontecendo aqui? Será que sou o único que não conhece esse barulho que esse cara-que-se-autointula-DJ-especialista-em-Black-Music chama de música?”
E pra piorar as coisas, de tempos em tempos soava uma buzina de ar, sem propósito nenhum, a não ser irritar as pessoas. Ao menos me irritava, não sei quanto aos outros presentes.
Mas o ponto culminante foi na hora que o DJ pediu (ele já tinha parado o som para falar besteiras outras vezes) para que quem tivesse isqueiro acendesse, caso não tivesse um, poderia ser com o celular mesmo. E o pior de tudo, as pessoas fizeram isso. Nossa… aquilo foi muito patético. Não dava pra continuar mais por ali e voltei pro lounge para observar as pessoas.
Não tive muito trabalho com isso não. Bastava eu escolher uma pessoa qualquer para observar e pronto, já teria observado todos os demais. Parecia que todo mundo tinha saído da mesma forma, só mudava a cor da roupa. Sim… era uma lugar de “gente bonita”, do tipo que fica procurando senha da globo.com para assistir o bbb7.
Mas no final das contas foi uma noite bem divertida, pois eu estava na companhia de pessoas legais.
Pra finalizar deixo uma pergunta: caipirosca ou petit gatêau?
PS: provalmente passe um tempo sem postar, pois essa semana estarei no Rio de Janeiro a trabalho, em seguida irei para Salvador me casar com Jana, e de lá rumarei para Maceió para lua de mel, depois aproveitarei minhas férias para visitar minha família em Jacobina. Então não contem com nenhum post até depois do carnaval. Vou tentar fazer o possível para não ficar tanto tempo sem postar. Mas já deixo o aviso.