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PsychoPenguin WebLog

PsychoPenguin não encontra tosqueras. As tosqueras que vêm ao seu encontro!

Pra que serve a Internet?


No post sobre o pior filme pornô indiano de todos os tempos, Maçan perguntou nos comentários, como eu conseguia esse tipo de material.

Apesar dele ter dito que prefere não saber a resposta, um ato típico de cudocismo, responderei mesmo assim.

Na verdade eu não encontro nada. Esse tipo de material é que me encontra. Estou eu, inocentemente, navegando na Internet e sem querer acabo me deparando com uma sacanagenzinha leve aqui (também conhecida como softcore), um BSDM ali, um bukkake acolá e outros tipos de safadeza independente de fazer parte da cultura oriental, ou ocidental.

Isso acontece, pois a Internet é para pornografia. Basicamente. Na verdade praticamente toda tecnologia é voltada pra putaria.
Para se ter uma idéia do mercado pornô online, pode-se olhar as estatísticas no vídeo abaixo.

E se ainda tiver dúvidas de que a Internet é para pornografia, assista o musical do Avenue Q entitulado The Internet is for Porn. Nesse post do Edney você acha o link para o vídeo original. Pra quem quiser ver por aqui tem a versão feita com os personages do jogo World of Warcraft, e com legendas em português.

O Pior Pornô Indiano de Todos os Tempos


Esse veio diretamente do nicho pornográfico de Bollywood.

Uma verdadeira aula de como se amassar pão.

Atenção: o link a seguir é inadequado para visualização em locais públicos, e pode causar demissão caso visto no trabalho. (Sim, é um filme de putaria!)

Confira com seus próprios olhos: O pior filme pornô indiano (talvez do mundo) de todos os tempos.

Atenção especial para as fisionomias da mulher e nos atributos físicos do rapaz.

O melhor de tudo é a trilha sonora! :D

República dos Capados


Infelizmente não tenho tido tempo para postar.

Então queria apenas me manifestar e dizer que nesse maldito país, não existe um político com culhões. Eles preferem a covardia da sessão secreta.

Resumindo: vergonha nacional!

Proteste também.

Tapete vermelho é a puta que pariu!

Bom, já faz um tempo que não detalho minhas viagens aéreas, até porque as últimas foram mais do mesmo: todos os vôos atrasados, mas nada além disso. Nada de bizarro ou pitoresco. Mas nesse último sábado precisei viajar novamente para Belo Horizonte. Precisava estar no cliente as 8:00 para iniciar uma migração de SAP onde eu iria acompanhar a parte de AIX no processo. Meu vôo estava marcado para sair de Cumbica às 22:50 do sábado, 09 de junho com previsão de chegada em Confins a meia noite..

Como sábado de manhã tinha rolado um nevoeiro dos brabos na região de Guarulhos, o aeroporto ficou fechado por um bom tempo e acumulou um monte de vôo. Já imaginava que o aeroporto estaria uma confusão, mas não seria algo tão bizarro como os fatos que sucederam, bem ao estilo Mundo Gump. Vamos a eles:

21:20 - Chego em GRU, 1 hora e 20 minutos de antecedência para fazer o check-in. 20 minutos a mais que o recomendado para vôos domésticos. Fui procurar alguém da TAM para saber que fila deveria pegar para o vôo de Belo Horizonte (Confins).

-A fila é essa aí.
-Qual? Essa filona toda?
-É. Essa mesma.
-Mas o vôo sai as 22:50.
-Não se preocupe, o vôo está atrasado e não tem hora pra sair, vai dar tempo. Se por acaso a Infraero marcar o horário e o senhor ainda estiver na fila, nós informaremos e passamos o senhor na frente.
-Fazer o quê então…

E lá vou eu para o fim da fila. Ando, ando, ando um monte e nada do fim da fila aparecer. Já estava perdendo as esperanças de achar o fim da fila, quando finalmente encontrei. Me dei conta que estava exatamente em frente ao balcão da TAM. Sim! Isso mesmo, a fila começava no balcão da TAM, passava por toda a asa B, toda a asa C, chegava em frente ao terminal de embarque 2, e então voltava novamente pela asa C e B, até parar em frente ao balcão da TAM de novo.

Pra quem não conhece o aeroporto de Cumbica, a planta dele é mais ou menos assim, como nesse desenho tosco que fiz. O quadradinho vermelho é o balcão da TAM, a linha tracejada é a fila, e a bolinha azul é o final dela, ou seja, onde comecei minha jornada.

Planta de Cumbica

Apenas suspiro, enquanto coloco os fones de ouvido para ouvir uma musiquinha para distrair. Trilha sonora de Borat, o hino do Kazaquistão. Impressionante como a música casava com a situação.

22:20 - Uma hora depois, eu ainda estava na curva em frente ao terminal 2, quando a pilha do meu MP3 Player acaba. Na falta do que fazer acabo fazendo amigos-de-fila. Um casal de agentes de viagem voltando pra casa em Salvador, um meteorolista viajando a trabalho no mesmo vôo do casal, que deveria sair as 22:30, e uma menina voltando pra casa em Porto Alegre num vôo que deveria sair as 23:00. Conversamos dos mais diversos assuntos: meteorologia, servidores unix, viagens, grupos de turistas, muambas, crise da varig, possibilidade de overbooking, desvio de dinheiro pela Internet e outras coisas mais interessantes que a prisão de Paris Hilton.

23:20 - Finalmente estava de volta a asa B. De onde estava dava pra ver o painel com os vôos. O meu constava com saída confirmada para 23:40, ou seja, dentro de 20 minutos. Peço a meus amigos-de-fila para tomarem conta de minha bagagem e guardar meu lugar, enquanto eu procuro alguém da TAM para saber como proceder. Nesse momento lembro que Ford Prefect tem razão ao afirmar que os seres humanos tem o estranho hábito de afirmar o óbvio.

-Opa, amigo. Eu estou no vôo das 22:50 para Belo Horizonte, no painel está informando que tem saída confirmada para as 23:40.
-O vôo está atrasado senhor.
-Que tá atrasado eu já sei, isso é óbvio, já tem quase 1 hora que deveria ter saído. Quero saber se ele vai sair realmente as 23:40 como diz o painel.
-Pode ficar tranquilo que o painel tá errado. Pode aguardar na fila.

00:10 - As luzes indicando a última chamada para meu vôo começam a piscar. Vou perguntar de novo pra alguém, dessa vez alguém do próprio balcão.

- Pode voltar pra fila, o painel está errado.

01:00 - A menina que ia pra Porto Alegre foi atendida. Chega a vez do meteorologista. Então é a vez do casal de agentes de viagem. Pela cara deles a coisa não está bonita. De repente só vejo o marido gritando com a atendente:

-Isso é overbooking! Isso é safadeza! Que falta de respeito.

O meteorologista volta para me falar o que eu já sabia, já que ele iria no mesmo vôo do casal. Eles foram realocados para um vôo que deveria sair as 03:30. A menina de Porto Alegre sumiu, talvez ela teve melhor sorte que a gente e teve que sair as pressas para embarcar.

01:20 - Minha vez de ser atendido. Entrego meus documentos e coloco a bagagem na balança. Informo o destino e a funcionária da TAM começa a procurar minha reserva.

- Não estou achando sua reserva senhor. O senhor não teria o número do e-ticket?
- Não.
- E o localizador?
- Também não. Procure direito. Tente Brito/Fabio ao invés de Oliveira/Fabio.
- Já procurei. Espere um pouco, o sistema caiu.

- Voltou, pronto. Achei. Olha, eu só tenho vôo para Belo Horizonte saindo as 06:45, fazendo uma conexão no Galeão no Rio de Janeiro, chegando em Confins as 09:35.

OVERBOOKING! Sim, também fui overbookado.

01:40 - De nada adiantou discutir, dizer que precisaria estar no cliente as 08:00 e coisas do tipo. O melhor que poderia ser feito era pegar um vôo direto de GRU que sairia as 08:25 chegando as 09:30. Disse que só aceitava se já deixasse o check-in feito e que a TAM arcasse com minhas despesas de táxi para voltar para casa e depois voltar pro aeroporto.

02:00 - Enquanto meu check-in era feito e os vouchers de táxi emitidos, um cara no balcão ao lado, muito mais indignado que o restante da fila, subiu no balcão e começou a gritar:

- Fico nessa fila a mais de 3 horas pra você me dizer que meu vôo está lotado? A TAM faz uma sacanagem dessas com todo mundo que tá aqui e você me pede calma? Tapete vermelho é a puta que pariu!

Aplausos tomam conta do saguão.

02:10 - Finalmente pego meu cartão de embarque e os vouchers de táxi para poder voltar pra casa. Antes de sair questiono sobre quanto tempo antes devo chegar apenas para despachar a bagagem.

- O horário de embarque é 7:55, pode chegar uns 10 minutos antes, não precisa pegar fila, é só vir direto no balcão.

Finalmente fui pra casa pra tirar um cochilo até as 06:00.

07:05 - Chego de novo no aeroporto. Não levei a sério esse lance dos 10 minutos. Preferi chegar com 50 antes do provavél embarque. Encontro uma fila de despacho-de-bagagem-para-que-sofreu-overbooking-na-madrugada.

07:35 - Até que o despacho de bagagem levou menos tempo do que eu esperava. Sigo para o embarque, que ainda bem não estava tão conturbado. Apenas um raio-x estava operando. Fiz como sempre faço, tiro tudo do bolso, tiro a mochila, coloco tudo na esteira e passo pelo detector de metais. Dessa vez ele apita.

-Deve ser o cinto. - diz um funcionário da Infraero.

Tiro o cinto e passo de novo. Novo apito.

-Tira o sapato.

Tirei e passei de novo, de meias e segurando as calças com as mão para que não caissem, já com medo do bicho apitar de novo. Eu só tinha mais 2 coisas metálicas para tirar: minha aliança e a calça, que tinha o botão metálico. Seria uma cena bem pitoresca: um cara só de cueca e meias em plena entrada da sala de embarque. Só faltava alguma TV filmando tudo por ali. Mas ainda bem que não precisei tirar mais nada além do sapato.

8:00 - Vejo que o embarque vai atrasar, então vou tomar café da manhã, já que estava sem comer desde as 20:00 da noite anterior. Um pão de queijo fuleiro e uma água mineral quente pelos quais paguei R$5,50. Eu devia chegar no cliente nesse momento.

08:10 - O sistema de som anuncia a mudança do portão de embarque para o portão 1A. Os portões 1A, 1B e 1C são aqueles onde tem que se pegar um ônibus para ir até ao avião que está na casa da porra.

08:20 - Começa o embarque no portão 1A, ao ver a fila do portão 1B vejo a menina que iria pra Porto Alegre, ela vem me cumprimentar e diz que também não escapou do overbooking.

08:50 - Já devidamente acomodado no avião, o piloto informa que ainda teremos que esperar mais um pouco pela decolagem, pois ainda faltavam alguns passageiros que estavam penando no raio-x.

09:30 - 2 ônibus chegam com os outros passageiros que estavam no raio-x.

09:50 - Finalmente o avião decola e felizmente o vôo foi tranquilo, sem turbulências ou portas que se abrem.

11:00 - Pouso em confins. Exatamente 11 horas depois do horário de chegada originalmente previsto. Pego o ônibus que sai do aeroporto, que é longe pra caralho, para o centro de Belo Horizonte. Uma hora depois eu chego no cliente. 4 horas depois do horário que deveria chegar.

De forma resumida foi isso: desrespeito com o cliente, muita gente revoltada, atrasos e um pré strip-tease. Como diria o Bender:

-Ainda vou ter minha companhia aérea, com jogos, bebidas e prostitutas. Quer saber? Esqueça a companhia aérea!

Welcome to Fabulous Teresina

Welcome to Fabulous Teresina

Chega de hipocrisia. Todo mundo sabe que jogos de azar são ilegais no Brasil (exceto as loterias da Caixa), mas mesmo assim todo mundo sonha em ganhar um trocadinho a mais de vez em quando.

Sejam aqueles que fielmente apostam R$1,50 toda quarta e todo sábado na mega-sena, ou aqueles que procuram a banca de jogo do bicho na esquina ao lado, ou ainda as velhinhas que vão aos bingos, não se esquecendo do pinguço que aposta sua últimas moedas em máquinas de caça níqueis em sua bodega favorita para ver se ganha algum trocado extra para comprar mais cachaça.

Pra que toda essa hipocrisia da operação furacão que sai por aí fechando bingos e apreendendo máquinas de caça-níqueis? Não é mais fácil legalizar tudo?

Não precisa liberar geral não. Poderia ser algo parecido com o que aconteceu com Las Vegas em 1931.

Até essa época Las Vegas era apenas um deserto, ponto de passagem de uma das ferrofias federais americanas e tinha uma economia medíocre. Depois que o jogo foi legalizado, Las Vegas se tornou um grande poderio econômico, graças aos doláres provenientes do turismo e dos tributos pagos pelos cassinos.

Podia-se escolher um estado pouco desenvolvido do país e regulamentar que toda a jogatina deveria ficar restrita a ele. Na minha opnião o Piauí, e sua capital Teresina, cairiam como uma luva. O Piauí é um dos estados mais pobres do país, e boa parte de sua economia ainda é baseada no extrativismo. A legalização do jogo seria uma coisa benéfica.

Teriam os investimentos em infra-estrutura, que, ao meu ver, devem ser pagos por quem quiser explorar a região e construir um cassino, um hotel, um hotel-cassino, uma igrejinha para casamentos relâmpagos ou qualquer outro empreendimento desse tipo.

Seriam vários empregos diretos, desde os mais tradicionais já existentes no turismo, como algumas novidades que ainda não existem como crupiês, bookers e artistas imitadores de Raul Seixas.

Ok, eu sei que já existem imitadores de Raul aos montes por aí, mas imitar Raul ainda não pode ser considerado um emprego, assim como é imitar Elvis em Las Vegas.

Tudo poderia ser apostado. Dos jogos mais manjados como roleta, poker, 21, bacará e dados até eventos esportivos como o campeonato brasileiro de futebol e o torneio jacobinense inter-colégios. Também poderíamos apostar em rinhas humanas: boxe, vale-tudo e luta no gel.

Seria bom também para quem precisa casar com urgência e não pode esperar os 3 meses que em geral é o tempo que se leva para casar no Brasil. Basta ir até Teresina e procurar uma capela de casamentos instantâneos.

Mas infelizmente isso nunca daria certo aqui no Brasil. Sempre vai ter um político picareta tentando ganhar unzinho por fora, lavando um dinheirinho aqui, outro acolá.

Isso não é meio óbvio?

Depois de longas 3 semanas trabalhando exaustivamente em Belo Horizonte, de um maldito vôo de volta pra lá de cansativo (se o aeroporto fosse mais perto teria sido um pouco menos penoso), e de um merecido descanso no feriado, estou de volta com a programação não-tão-normal-assim do blog.

A volta não é muito em grande estilo, mas é de uma maneira muito divertida: comentário de notícias do Populares do Terra.

Essa notícia fala de uma descoberta de uma universidade norte-americana que vai agradar muitos homens que já passaram dos 40 (alguns não precisaram nem chegar a isso).

Sim! Estou falando de mais uma solução para a paumolecência, a broxisse, a pipa-do-vovô-não-sobe-mais, ou como preferem os médicos paulistas (o zoista cuida dos zói e os oculistas nunca vão mexer no meu), disfunção erétil.

Além do viagra, do cialis, do levitra, do ovo de codorna, do amendoim, da catuaba, das milagrosas garrafadas, e do tônico revitalizante desenvolvido na banheira do Vovô Simpson, os senhores distintos têm agora mais uma solução para seu problema.
O grande detalhe é que a solução para levantar o defunto é tão óbvia, mas tão obvia, que faz com que grandes laboratórios da indústria farmacêutica se envergonhem e depois se perguntam: por que não pensamos nisso antes?

E então? Alguém imagina qual é esse milagre tão óbvio, que inclusive já foi pregado por Raul Seixas?

Uma maria-mole (sem trocadilhos, ok?) para quem acertar.

É claro que é a aranha… como dizia Raul: “Vem cá mulher deixa de manha, minha cobra quer comer sua aranha.”

Mas claro que não é uma aranha qualquer. Dessa vez valendo um pirulito zorro pra quem acertar qual é a aranha.

Tá na cara que é a aranha armadeira, afinal, armar é com ela mesmo.

Falando sério, o segredo todo está no veneno da aranha armadeira brasileira (Phoneutria nigriventer), que pelo que parece eleva o índice de oxído nítrico no corpo fazendo com que o sujeito picado tenha uma varinha mágica em suas calças. Ah sim, além de ficar de pau duro ele sofrerá uma intensa dor e muito desconforto. Mas isso é o de menos se for comparar com o benefício.

Não demora muito a Pfizer deve começar a criar aranhas armadeiras em cativeiro pra criar algo tipo um Viagra+. Acho que até lá eles devem resolver o problema da intensa dor e do desconforto, provavelmente da maneira mais fácil de se resolver esse mero detalhe: letras miúdas na bula.

Aranha da Pfizer

Aviação civil, piada nacional

Felizmente minha temporada de viagens a trabalho esse ano ainda não começou, e espero que não comece tão cedo.

Já não bastasse toda a crise que se arrasta desde o ano passado, logo após o acidente da Gol, em que a coisa ficou terrivelmente insuportável, esse ano vem nos brindando com palhaçadas cada vez mais ridículas por parte da Anac e da Infraero.

Chegou o outono, e com ele os nevoeiros, e qual foi a surpresa? O aeroporto de Cumbica em Guarulhos (maior do Brasil e que responde por boa parte dos vôos internacionais), teve que ser fechado algumas vezes durante essa semana tudo porque o equipamento que ajuda os pilotos a pousarem e decolarem com segurança em nevoeiros tinha sido danificado por um raio a duas semanas atrás. Agora vem o mais legal: nos dias em que o aeroporto foi fechado, o equipamento já estava consertado, porém não tinha sido testado ainda. O avião da FAB que faria o teste não pôde ser utilizado porque estava com o trem de pouso quebrado. Mas que porra é essa? A FAB só tem um avião que possa fazer esse teste? Desculpa mais esfarrapada essa…

Além de Cumbica, Congonhas continua sofrendo (pra variar um pouco) com as presepadas que acontecem por lá. Pra quem não sabe, Congonhas é o aeroporto mais movimentado do Brasil.

Congonhas virou a maior piada aeroportuária que se tem notícia. Já não bastasse as pistas capengas, que alagam com uma chuva besta de 30 segundos e fazem o aeporto ser fechado, agora temos animais invadindo a pista.

Semana passada foi um cachorro, e essa semana foi uma pomba… morta. isso mesmo. Uma maldita pomba morta fez o aeroporto fechar por mais de 15 minutos, coisa que se resolveria em menos de 2 caso mandassem alguém dar uma bicuda na infeliz.

O que vai ser amanhã? Um jegue pastando a grama lateral? Um bêbado dormindo? Uma manifestação de sem-terras?

E agora vem o melhor de tudo: com toda essa putaria acontecendo, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Pilantras, aprovou mais um imposto sobre as tarifas aerportuárias, visando expandir as linhas deficitárias de companhias regionais. Mais uma alta na carga tributária (que já come pelo menos 4 meses de trabalho), que vai ser desviada por esses porcos. Mas mesmo que eu esteja enganado quanto a isso, financiar expansão de companhias de aviação regionais não só agravaria o problema?

O foda que 1º de abril ainda é no domingo. :roll:

É disso que o povo gosta!

De vez em quando gosto de olhar nas estatísicas do blog, uma seção que lista os termos que as pessoas utilizam em buscadores e acabam caindo por aqui.

Geralmente a maioria das buscas são coisas bem genéricas como por exemplo sacanagem, fotos amadoras e coisas relacionads ao Orkut. Outras são do calor do momento, como foi o caso do famoso vídeo da Daniela Cicarelli dando umazinha em praias espanholas, ou ainda gente procurando por senhas da globo.com para assistir o maldito BBB7.

Mas tem uma busca específica, que apesar de não estar entre as tops, costuma ser recorrente e me chama a atenção: Cristiane Pelajo dando o cu!

Isso me parece como uma busca desesperada de algum tarado pela Cristiane Pelajo, tentando descobrir algo sobre a vida intíma da apresentadora do Jornal da Globo.

Até o presente momento, eu desconheço qualquer coisa a esse respeito que tornou-se público e caiu nas graças do povão. Se Cristiane Pelajo deu ou não isso é uma coisa que ninguém sabe, exceto por ela e o(s) felizardo(s).

Mas e se realmente acontecesse, e um videozinho amador começasse a rodar pela rede? Seria a Globo conivente com o caso, assim como a MTV foi com Cicarelli?

Acredito que não, afinal a Globo é conhecida por seus bons valores morais e por colocar a família acima de tudo, assim como faz o PFL, que agora é conhecido como Democrata. (agora eu faço aquele olhar que tenta fugir do interlocutor, mas na impossibilidade caio na risada).

Certamente a Globo, em toda sua hipocrisia demitiria Cristiane Pelajo, que mais uma vez encheria o rabo, sendo que dessa vez seria de dinheiro proveniente de ações judiciais e de um contrato milionário com alguma produtora do Porn Valley, além de tomar o lugar de Penélope Nova na MTV no comando do programa Ponto Pê. (Pê de Pelajo, porra!)

E pra finalizar, em minha humilde opnião, Cristiane Pelajo devia mesmo chutar o balde. Os telespectadores do jornal da Globo, e eu também, agradeceríamos. ;)

O Blu-ray é o novo Betamax

Primeiro video-cassete BetamaxLembram do grande embate que ocorreu no início dos anos 80 para definir qual seria o padrão de fato no ramo do video doméstico? Quem tem mais de 25 deve lembrar.

Sim! Estou falando da grande batalha Betamax x VHS, na qual o VHS aplicou um “FINISH HIM” no oponente.

E o que levou o VHS, mesmo sendo tecnicamente inferior, a ganhar essa luta? Basicamente foram dois motivos. Um deles foi o custo mais baixo. O outro, e esse realmente foi matador, foi a adoção em massa do VHS pela indústria de vídeos de entretenimento adulto, também conhecida como produtoras de filme de sacanagem.

Aliás, esse não é o único caso que a pornografia impulsiona a tecnologia. Se voltarmos a um tempo em que eu e você não éramos nascidos, aliás, nem seu avô era nascido ainda… talvez seu bisavô, mas acho que nem ele. Eu não sei precisar exatamente quando esse fato aconteceu, mas isso é de um tempo em que pornografia só era encontrada em casas especializadas. Essas casas ainda hoje são conhecidas como casas de burlesco, cabarés, bregas, inferninhos, puteiros e outros nomes dados pela cultura popular.

Naquela época um senhor distinto e gozador de bastante prestígio social, como um juiz ou sacerdote, corria sérios riscos ao frequentar uma casa desse tipo. Além do risco de serem agredidos fisicamente por algum bêbado presente no local (e ter que inventar desculpas esfarrapadas para a esposa depois), tinha o risco de encontrar com alguma outra figura conhecida como o diretor da escola de seu filho (”Eu só entrei para perguntar como se sai daquele lugar” - Seymour Skinner), e ter sua reputação e sua moral completamente arruinadas.

Então um operário de uma gráfica descobre que a prensa com a qual ele trabalhava não servia apenas para imprimir bíblias. A partir daí, o senhor distinto não precisaria mais frequentar as casas especializadas. Ele agora teria pornografia (mesmo que ainda bastante rudimentar) no formato de folhetins, que poderiam ser consumidos no aconchego de seu gabinete de leitura. E assim nasceu a indústria de revistas de “mulé nua”, e com isso popularizando a mídia impressa.

Com a Internet foi a mesma coisa. A compra de revistas de mulé nua em bancas ainda era coisa arriscada para a moral de senhores distintos mais modernos. Então surgiu a Internet e fez com que a pornografia fosse entregue direto para o Home Office (versão moderna do gabinete de leitura) do senhor distinto. Sem intermediários. Os preços dos provedores cairam, inclusive surgiram alguns gratuitos, o povão passou a se conectar, então surgiu a banda larga, que se popularizou também graças a pornografia. Essa é tão simples de explicar quanto conta de padeiro: maior velocidade, menos tempo para baixar sacanagem.

Mas voltemos aos padrões de vídeo. Na época do Betamax x VHS, a Sony (responsável pelo Betamax), não queria que o seu padrão fosse usado para fins, digamos assim… imorais. Ou seja, que fosse voltado para senhores distintos desprovidos de qualquer perversão e suas imaculadas famílias.

Não deu outra: a indústria de filmes de putaria, que já produziam conteúdos para telonas (também conhecidos como cinemas do centro da cidade), queria entrar (no sentido comercial) nas telinhas também, acabou abraçando (talvez por trás) o padrão VHS, para então fazer a felicidade dos senhores distintos que buscavam uma sacanagenzinha doméstica além das revistas de mulé nua.

Então os senhores distintos começaram a comprar video-cassetes VHS, que foram barateando até caírem no gosto e no bolso do povão. Matando assim o Betamax, que mesmo com melhor qualidade, não podia oferecer o que o povão queria.

Agora a briga é entre o Blu-ray e o HD DVD. Mais uma vez a Sony diz que não gostaria que o seu padrão (o Blu-ray) fosse usado para fins imorais. Isso é de se espantar, afinal a Sony é uma empresa japonesa, e os japas não são os sujeitos mais puritanos do mundo, afinal de contas o Boong-Ga Boong-Ga surgiu lá no Japão.

Recentemente na CES (Consumer Eletronic Show) desse ano a indústria de entretenimento adulto declarou que vai produzir seu contéudo voltado para o HD DVD (que é tecnicamente inferior que o Blu-ray, porém mais barato), dessa forma gozando na cara (tendência muito em voga nos filmes de sacanagem atuais) da Sony.

E então, Blu-ray vai ser o Betamax do futuro e sucumbirá diante do HD DVD assim como o Betamax sucumbiu diante do VHS? Se depender dos senhores distintos que comprarão (ou já compraram) HD DVD players, a resposta é sim.

É tudo verdade… deu até no jornal

Esses dias todo mundo não fala de outra coisa: sexo na praia, Youtube, Cicarelli e censura na Internet.

Parece que nem o Big Brother Brasil, que essa semana estreou uma velha-nova versão na televisão, tem atraído os holofotes do povão.

Mal se vê gente pedindo senha da globo.com para assistir o BBB7.

O bloqueio ao Youtube já acabou, para infelicidade geral da Brasil Telecom e da Telefônica, que tiveram banda sobrando em seus links esses dias. O juiz reponsável por essa decisão acabou voltando atrás. Isso mostra que juízes não são pessoas de palavra e são motivados por motivos excusos e acabam depois desfazendo tudo para não ficar mal na fita. Aposto que se fosse o juiz Snyder nada disso teria acontecido.

Agora, depois disso tudo vem Daniela Cicarelli dizer que não tem nada a ver com o fato e que tudo é culpa do cara que a comeu em águas espanholas.

Graças a tudo isso, surgiu uma campanha de boicote a Cicarelli, porém não faço a menor idéia de como esse boicote será feito. A única coisa que sei dela é que tem um programa na MTV, do qual eu não consigo assistir mais do que 2 minutos (tempo necessário para revirar a casa procurando o controle remoto).

Então me pergunto se o boicote seria a esse programa. Acho bem improvável, pois acredito que ninguém gozando da plenitude de suas faculdades mentais consiga assistir aquilo. Aliás, quem consegue assistir a programação atual da MTV deve ter sérios problemas mentais. Precisa ser muito retardado para dar audiência pra eles no momento.

Nem os clipes da madrugada se salvam. Eles fazem questão de “debiloidar” a coisa, colocando aqueles comparativos que dizem se um nome combina com outro ou não.

Nesse caso realmente não se tem o que boicotar, então não tenho como entrar na campanha. É muito vaga.

E que disso tudo fique uma grande lição: nada de sexo na praia. Agora existem mais coisas para se preocupar do que a areia que invariavelmente acaba entr… err… deixa pra lá. ;)