Primeiramente informo que a Jeguiada Premiada do Jeguiando mudou o prazo para participar. Está bem extenso e vai até 14 de fevereiro quando completa 1 ano.
Outra coisa é que finalmente ganhei alguma coisa considerando o fator sorte. Depois de muito pelejar entre sorteios, loterias, rifas, bingos e jogos de azar em geral, até que enfim consegui ganhar algo!
Fui agraciado com um exemplar do livro EQM, escrito por Ibrahim Cesar. Fui sorteado entre os diversos que participaram da promoção das 5 coisas do 1001 Gatos de Schrödinger. UAU!
Depois de falar de uma promoção que estou promovendo , e de dizer que fui comtemplado em outra, chega a vez de dizer da nova promoção que estou participando e, se minha maré de sorte for algo além de uma simples marola, ganharei alguma coisa.
Tenho afastado da comunidade de Software Livre, mas sempre que dá tento dá uma forcinha para esse tipo incentivo, ainda mais estando eu incentivado pela oportunidade de ganhar um Eee PC.
Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!
Há pouco tempo atrás, conversei com Jana na possibilidade de fazer alguns posts a respeito de minha vidinha de nerd-beirando-os-30, e de como as coisas mudaram absurdamente de lá pra cá.
Outra coisa que reforçou ainda mais essa idéia foi um papo com Becher, o Peter Grifin de Floripa, a respeito do Campus Party e todo o hype que se criou em torno desse evento, e de como ser nerd acabou virando uma modinha besta.
Tomemos por exemplo a Apple de hoje e seus fan-boys retardados fiéis seguidores.
Alguém pode me explicar que palhaçada foi aquela na Macworld 2008, onde “milhões” de bunda-moles pessoas foram ao delírio com o tal do MacBook Air, também conhecido como o notebook mais fino do mundo? Grandes merdas!
Cadê a inovação da Apple que existia na época do velho Woz? Agora a onda é fazer tudo bonitinho, bem ao estilo mauricinho de Steve Jobs.
É iPod, iPhone, iPenis e outros engodos produtos completamente afrescalhados, voltado para pessoas egocêntricas que só sabem falar de si mesmo e de seus gadgets metidos a besta.
E a linha de computadores, incluindo o MacBook Air (que devido a espessura não tem drive de DVD), alguém pode me dizer o eles tem de especial (a frescura do design não vale), que os fazem diferente de um Dell, Sony, HP ou qualquer outra marca ou ainda um PC montado com peças da Santa Ifigênia?
Sinceramente, meu desejo de ter um computador da linha Macintosh morreu em agosto de 2006, quando a Apple resolveu adotar processadores Intel em detrimento do PowerPC. Broxei de verdade com isso. Foi a gota d’água para fazer com que qualquer nerd que se preze simplesmente ignorar essa empresa que não faz mais nada de inovador, apenas produtinhos da moda para aqueles que acham que aquilo pode transformá-lo num nerd-cool.
Peço desculpa a meus leitores habituais pelo tom mal-humorado desse post, mas sou de um tempo em que ser nerd era extrapolar aquilo que lhe era imposto por um hardware furreco e fazer miséria com o pouco poder que existia.
Ainda cogito em escrever uma série de posts de um nerd old-school. Seria interessante?
Sim! Esse pé aí do lado é meu. Dessa vez foi o direito, e como sempre me acidentei da forma mais imbecil possível.
Já dizia a professora de ciências: o corpo se divide em cabeça, tronco e membros. No meu apenas a cabeça e o tronco vivem com uma certa harmonia, e os membros vivem a destoar do restante. É uma tendinite que ataca meu pulso, que às vezes também sofre de uma provavél síndrome de túnel do carpo, ou ainda torções nos tornozelos. Esse ano já torci os 2.
O esquerdo foi a cerca de 6 meses atrás, exatamente no dia do meu casamento. Lá estava eu, saindo de casa com uma das saladas que seriam servidas na festa. Ia descendo a escada, e então uma coisa bem patética acontece: eu erro o passo e saio rolando escada abaixo, ainda tentando salvar a salada. Torci o pé esquerdo no meio do caminho e bati a canela direita no degrau, batida esta que fez uma brocona. Maçan é testemunha.
Ao chegar no médico, optei por não engessar, pois me casaria logo mais tarde, e assumei o risco de ser um noivo-capenga e prometi me comportar.
O direito também foi patético: na última terça, tinha ido com Jana até o veterinário para dar vacina em Maggie e no caminho de volta, piso num buraco na calçada, viro o pé e de quebra bato o joelho esquerdo no chão, tentando não esmagar a cachorrinha durante a queda, já que a mesma estava no meu colo.
Resultado: joelho esquerdo roxo e tornozelo direito do tamanho de uma bola de sinuca. Ganhei uma semana de gesso por isso, junto com um anti-inflamatório que deve ser para cavalos, pois sempre que tomo acabo dormindo rapidinho.
Além desses 2 acidentes que me aconteceram esse ano, também já tive casos em que um botijão de gás caiu no meu pé, ou ainda uma vez que eu estava sentado e minha perna “adormeceu”, então um amigo veio me levantar e com pouca sensibilidade o pé acabou torcendo.
Nunca tive um acidente de forma “grandiosa”, daquelas que a gente pode contar para os netos quando tiver velhinho, como por exemplo uma queda numa disputa de motocross ou tentando bater o record mundial de salto triplo.
Enfim… eu sou tipo um Ulisses das contusões.
Hoje é 25 de maio, você sabe onde está sua toalha?
Vamos lá exiba sua toalha nesse dia que é dedicado a Douglas Adams (deveria ser feriado mundial).