E a embromação continua, dessa vez com posts tendo o mau-humor como tema principal. Sorvam e inebriem-se com essa seleção!
Agora é só esperar pela última parte, e depois disso vai saber quando atualizo aqui de novo.
Não, na verdade vim falar dessa data consumista mágica que é o Dia dos Namorados.
Então venho, por meio deste post, demonstrar uma singela homenagem para todos aqueles que amam alguém, independente se o amor é correspondido ou não, não importando raça, credo, orientação sexual ou se seu amor é de outro planeta ou espécie.

Ok, essa declaração foi brega… mas peraí, o amor é brega, é a coisa mais brega que existe, e ser brega não quer dizer obrigatoriamente ruim, muito pelo contrário, o brega é a expressão máxima da sinceridade.
Para montar a homenagem, simplesmente liguei meu client do Last.fm e “sintonizei na rádio” da tag brega (afinal, o amor é brega), e o resultado foi:
De quebra ainda participo da promoção Grupo de Escrita promovida pelo 1001 Gatos de Schrödinger.
PS: falando em promoção, acho que vou prorrogar o prazo da Jeguiada Premiada no Jeguiando.
Peter Griffin Daniel Becher me convocou para um meme e vou participar basicamente por 2 motivos: memes são legais e eu acho divertido ser do contra. Além de me indicar como um Blog Show de Bola ele disse que eu não iria responder, então respondo para ser do contra.
Agora que fui agraciado com essa honraria, chega minha vez de indicar 5 outros blogs que acho show de bola. Certamente citaria o Blog do Becher na lista, mas acho que não vale citação recíproca.
Uma outra indicação seria Jana (também conhecida como minha esposa), mas iriam me acusar de nepotismo.
Deixemos o lero-lero de lado e vamos aos 5 indicados (que deverão indicar mais outros 5).
Alessandro Martins - o cara dos livros, bolsa de valores, blogs para iniciantes e pornografia de bom gosto.
A grande abobora - de Marcus Nunes. Se acha que o conteúdo daqui é tosco, é porque não conhece o de lá ainda.
Loser - de Pedro Ivo. Lê-lo é como ouvir Sidney Magal. Tu gosta mas não conta pra ninguém.
Papo de Homem - the lifestyle magazine, e ainda tem o Dr. Love.
Memórias Fracas - de Thássius Veloso, o garoto prodígio que esquece as idéias.
É isso aí. Pra finalizar, em homenagem ao dia de São Valentino (também conhecido como Dia dos Namorados gringo), deixo o clip de Something dos Beatles, que na opnião de Frank Sinatra é a melhor canção de amor composta pela dupla Lennon e McCartney, enquanto a música foi composta por George Harrison e que na minha opnião é a segunda melhor canção do mundo, perdendo apenas para Tu é o MDC da minha vida de Raul Seixas.
Quem não me conhece de verdade, ou seja, apenas tem uma breve idéia de como eu sou, deve achar que meu gosto musical se resume apenas ao bom e velho rock’n'roll, aquele rock’n'roll moleque, de varzéa, no melhor estilo rock’n'roll de raiz.
Mas tem uma faceta nesse meu universo que poucas pessoas conhecem! Até quem me conhece pessoalmente nem desconfia disso.
Eu tenho que admitir: eu sou um grande fã de música brega e de ritmos latinos, e consequentemente sou um fã fervoroso da cumbia, que nada mais é do que uma música brega-latina.
Surgida na Colômbia, a cumbia teve que fugir das FARCS, e foi parar na Argentina onde encontrou um terreno fértil e floresceu, tornando-se depois o ritmo mais popular na minha terra querida, que é a mesma de Diego Maradona, Carlos Gardel e Los Palmeras.
Tornou-se tão popular ao ponto de rolar uma fusão com o ritmo mais umbiquista que existe: o Heavy Metal! (Duvido que alguém consiga convencer um fã do Iron Maiden de que existem outras coisas além do cabeção do Eddie).
Feita a devida apresentação, deixo-lhes agora com Los Querubines Negros del Melocotongo e a Cumbia Metalera.
Vamos lá, todo mundo mosheando, mosheando, mosheando!
Pra quem quiser cantar junto com seu isqueiro aceso, segue a letra:
Cumbia Metalera - Los Querubines Negros del Molocotongo
Muerte, Destruccion, Cumbia!
Rock! Heavy Metal!
Ven a ver como se baila el sabroso ritmo de la cumbia metalera
Traigo el mohawk las uñas negras cadenas y pulsera
Nos vamos p’al tropimetal con camisa negra y las botas domingueras
A mover la cabeza al ritmo del heavy metal
Iron Maiden, Helloween
Lo bailan con mucho swing
Judas Priest, Metallica
Vente negra para acá
Mosheando, Mosheando, Mosheando!
Querubines Negros del Molocotongo!
Todo el mundo se contagia del sabrosito de este ritmo metalero
Con los skinheads y los punks bailando al compás de los mosheros
Puñetazo y pataditas, así se baila este metal sandunguero
Moviendo la cabeza al ritmo del heavy Metal
Bailo Marilyn Manson
Ay que ritmo vacilón
Ozzy Osborne es el rey
Negra, aquí está tu mamey!
Pra variar, sem tempo pra blogar de forma decente (incluse sem tempo pra expor minhas idéias cretinas acerca de Apple´s fan-boys), deixo aqui um clip digno dos melhores prêmios.
Se existisse um Oscar para video-clips, esse clip ganharia um. Acorda MTV!

Em 26 de setembro de 1969 foi lançado na Inglaterra o último disco gravado pelos Beatles, o Abbey Road.
Muita gente deve dizer “Hey Fábio, você tá doidão? O último disco dos Beatles é o Let It Be.”… e eu digo que está certo. O último disco lançado é realmente o Let It Be, porém foi gravado antes do Abbey Road.
O Abbey Road é o meu disco favorito dos quatro rapazes de Liverpool. Ele tem um ar de volta aos velhos tempos.
Além disso trás Something que, de acordoFrank Sinatra, é a canção de amor mais bonita composta pela dupla Lennon/McCartney. Concordo plenamente com ele, apesar da música ter sido composta por George Harisson.
A propósito: além de Something, George contribuiu também com Here Comes The Sun, uma canção revigorante. Infelizmente algum tempo depois Lulu Santos estragou-a por completo.
Outra coisa legal é um momento raro: Ringo fazendo o vocal principal em Octopus´s Garden, música que ele mesmo compôs em conjunto com George. A outra vez que lembro de um vocal do Ringo é em Act Naturally do Help!.


Tem também a capa, a mais padodiada de todos os tempos, cheia de referências ao boato sobre a morte de Paul.Definitivamente, um clássico! Vida longa ao Abbey Road!
Por essa ninguém esperava, e não estou falando do fato de eu postar depois de deixar o blog entregue as moscas… mas eu sou assim mesmo, sumo e volto como se nada acontecido… ninguém dá falta mesmo.
Mas vamos ao que interessa.
Depois de tantas notificações extra-judiciais por parte de grandes corporações, muitas das quais resultando em humilhação pública do acusador, chegou a vez do Pirate Bay, serviço de trackers de torrents, processar grandes nomes da indústria do entretenimento.
Tudo graças ao vazamento de alguns emails da MidiaDefender, empresa contratada para defender os interesses de empresas como EMI, FOX, Sony Pictures, Paramount, entre outros figurões da indústria (fono|cinemato)gráfica.
Essas mensagens continham a prova que comprovavam as suspeitas do Pirate Bay: os grandes selos estavam pagando garotos virgens de 14 anos, com óculos, aparelho dentário, espinhas na cara e que eram humilhados no colégio e com muita vontade de se vingar da humanidade crackers profissionais para que invadissem, sabotassem ou promovessem ataques de negação de serviço contra os trackers do Pirate Bay.
Com isso temos uma total inversão de papéis, onde o mocinho vira bandido e vice-versa.
Isso seria mais ou menos como você ser acusado de ser um serial killer por ter uma camâra frigorífica em seu apartamento e de repente descobrir que o acusador entrou sorrateiramente em seu lar para obter tal informação. Talvez eu esteja levando Dexter muito a sério… A propósito, Dexter também está disponível para baixar através dos trackers do Pirate Bay.

Chega de hipocrisia. Todo mundo sabe que jogos de azar são ilegais no Brasil (exceto as loterias da Caixa), mas mesmo assim todo mundo sonha em ganhar um trocadinho a mais de vez em quando.
Sejam aqueles que fielmente apostam R$1,50 toda quarta e todo sábado na mega-sena, ou aqueles que procuram a banca de jogo do bicho na esquina ao lado, ou ainda as velhinhas que vão aos bingos, não se esquecendo do pinguço que aposta sua últimas moedas em máquinas de caça níqueis em sua bodega favorita para ver se ganha algum trocado extra para comprar mais cachaça.
Pra que toda essa hipocrisia da operação furacão que sai por aí fechando bingos e apreendendo máquinas de caça-níqueis? Não é mais fácil legalizar tudo?
Não precisa liberar geral não. Poderia ser algo parecido com o que aconteceu com Las Vegas em 1931.
Até essa época Las Vegas era apenas um deserto, ponto de passagem de uma das ferrofias federais americanas e tinha uma economia medíocre. Depois que o jogo foi legalizado, Las Vegas se tornou um grande poderio econômico, graças aos doláres provenientes do turismo e dos tributos pagos pelos cassinos.
Podia-se escolher um estado pouco desenvolvido do país e regulamentar que toda a jogatina deveria ficar restrita a ele. Na minha opnião o Piauí, e sua capital Teresina, cairiam como uma luva. O Piauí é um dos estados mais pobres do país, e boa parte de sua economia ainda é baseada no extrativismo. A legalização do jogo seria uma coisa benéfica.
Teriam os investimentos em infra-estrutura, que, ao meu ver, devem ser pagos por quem quiser explorar a região e construir um cassino, um hotel, um hotel-cassino, uma igrejinha para casamentos relâmpagos ou qualquer outro empreendimento desse tipo.
Seriam vários empregos diretos, desde os mais tradicionais já existentes no turismo, como algumas novidades que ainda não existem como crupiês, bookers e artistas imitadores de Raul Seixas.
Ok, eu sei que já existem imitadores de Raul aos montes por aí, mas imitar Raul ainda não pode ser considerado um emprego, assim como é imitar Elvis em Las Vegas.
Tudo poderia ser apostado. Dos jogos mais manjados como roleta, poker, 21, bacará e dados até eventos esportivos como o campeonato brasileiro de futebol e o torneio jacobinense inter-colégios. Também poderíamos apostar em rinhas humanas: boxe, vale-tudo e luta no gel.
Seria bom também para quem precisa casar com urgência e não pode esperar os 3 meses que em geral é o tempo que se leva para casar no Brasil. Basta ir até Teresina e procurar uma capela de casamentos instantâneos.
Mas infelizmente isso nunca daria certo aqui no Brasil. Sempre vai ter um político picareta tentando ganhar unzinho por fora, lavando um dinheirinho aqui, outro acolá.
Lendo o feed RSS de música do Terra, cujo conteúdo era:
As cantoras Perlla e Sabrina trocaram insultos nas gravações do quadro…
De imediato pensei logo em Perla, a Índia Paraguaia, tentando um revival em sua carreira, assim como acontece a muitos outros cantores famosos de outras epócas e acabam se apresentando no Rei Majestade do senhor Sílvio Santos.
Infelizmente o Terra não disponibiliza seus feeds por completo, então, apesar de não gostar dessas notícias de baixaria, resolvi clicar na notícia para ver qual o motivo e quem era essa tal de Sabrina que tinha feito a Grandiosa Índia Paraguaia sair do sério.
Inicialmente pensei que tivessem errado a grafia de Perla e tivessem colocado um L a mais. Mas ao ler a notícia vi que não se tratava de Perla a Magnífica Índia Paraguaia e sim de Perlla, a-mais-rodada-que-catraca-de-buzu funkeira carioca. E a tal da Sabrina apenas uma outra pistoleira funkeira carioca.
Apesar de desconhecer essas duas vagabas, não vi nada de novo, afinal esse lixo chamado funk-carioca costuma utilizar de barracos para aparecer.
Ah que saudades de Perla, e de um tempo que o Paraguai era o paraíso das importações da classe média brasileira.
Naquela noite o destino era parcialmente incerto. Só sabíamos que seria um lugar que tivesse espaço pra dançar e que estivesse localizado nas cercanias de Santo André.
Seguimos então para a rua das Figueiras, que fica numa área onde todas as ruas têm nomes de pés de frutas.
Então paramos em lugar que nos parecia ser o mais legal entre os que tinha na rua. Infelizmente (ou felizmente… vai saber) eu não me lembro do nome do lugar. Uma coisa interessante de lá é que te dão a liberdade de escolher entre pagar entrada ou pagar consumação. Como sei que não sou muito de me comportar, optei pela consumação.
Outra coisa que achei muito bacana, e essa eu achei bacana de verdade, foi o cardápio do lugar. Ao invés daqueles cardápios chatos e sem graça que tem em tudo que é budega, o de lá era um disco de vinil. Um disco de vinil de verdade. No lado A ficavam as bebidas e no lado B as comidas. Ou o contrário. Os preços ficavam na faixa das casas noturnas daqui de São Paulo. Acho que eram ligeiramente mais baratos.
A pista de dança também era legal, tinha uma acústica boa, era acessível por uma porta giratória para impedir que o som escapasse pro lounge e não estava socada de gente. Dava até pra abrir os braços lá dentro.
É… tinha tudo pra ser um lugar bacana.
Na hora que entramos na pista de dança, estava tocando música eletrônica. Ok, não é meu estilo favorito, mas tem algumas coisas que acho legais e tocou algumas músicas que eu até conhecia. Então trocou o DJ… primeiro erro: parar o som para anunciar o novo DJ, que foi apresentado como um especialista em Black Music. Pensei: “Oba! Talvez role um tributo a James Brown, pra compensar essa cagada”.
Puro, mas puríssimo engano. O que começou a tocar era completamente estranho aos meus ouvidos. Fiquei questionando que tipo de Black Music era aquele. Não era Soul, nem Jazz, nem Blues, nem R&B e acho que nem Hip Hop, que apesar de não gostar eu sei identificar. Olhei em volta e as pessoas dançavam e cantavam aquela música estranha e ruim. “What the porra está acontecendo aqui? Será que sou o único que não conhece esse barulho que esse cara-que-se-autointula-DJ-especialista-em-Black-Music chama de música?”
E pra piorar as coisas, de tempos em tempos soava uma buzina de ar, sem propósito nenhum, a não ser irritar as pessoas. Ao menos me irritava, não sei quanto aos outros presentes.
Mas o ponto culminante foi na hora que o DJ pediu (ele já tinha parado o som para falar besteiras outras vezes) para que quem tivesse isqueiro acendesse, caso não tivesse um, poderia ser com o celular mesmo. E o pior de tudo, as pessoas fizeram isso. Nossa… aquilo foi muito patético. Não dava pra continuar mais por ali e voltei pro lounge para observar as pessoas.
Não tive muito trabalho com isso não. Bastava eu escolher uma pessoa qualquer para observar e pronto, já teria observado todos os demais. Parecia que todo mundo tinha saído da mesma forma, só mudava a cor da roupa. Sim… era uma lugar de “gente bonita”, do tipo que fica procurando senha da globo.com para assistir o bbb7.
Mas no final das contas foi uma noite bem divertida, pois eu estava na companhia de pessoas legais.
Pra finalizar deixo uma pergunta: caipirosca ou petit gatêau?
PS: provalmente passe um tempo sem postar, pois essa semana estarei no Rio de Janeiro a trabalho, em seguida irei para Salvador me casar com Jana, e de lá rumarei para Maceió para lua de mel, depois aproveitarei minhas férias para visitar minha família em Jacobina. Então não contem com nenhum post até depois do carnaval. Vou tentar fazer o possível para não ficar tanto tempo sem postar. Mas já deixo o aviso.