The Piratez strikes back!
Por essa ninguém esperava, e não estou falando do fato de eu postar depois de deixar o blog entregue as moscas… mas eu sou assim mesmo, sumo e volto como se nada acontecido… ninguém dá falta mesmo.
Mas vamos ao que interessa.
Depois de tantas notificações extra-judiciais por parte de grandes corporações, muitas das quais resultando em humilhação pública do acusador, chegou a vez do Pirate Bay, serviço de trackers de torrents, processar grandes nomes da indústria do entretenimento.
Tudo graças ao vazamento de alguns emails da MidiaDefender, empresa contratada para defender os interesses de empresas como EMI, FOX, Sony Pictures, Paramount, entre outros figurões da indústria (fono|cinemato)gráfica.
Essas mensagens continham a prova que comprovavam as suspeitas do Pirate Bay: os grandes selos estavam pagando garotos virgens de 14 anos, com óculos, aparelho dentário, espinhas na cara e que eram humilhados no colégio e com muita vontade de se vingar da humanidade crackers profissionais para que invadissem, sabotassem ou promovessem ataques de negação de serviço contra os trackers do Pirate Bay.
Com isso temos uma total inversão de papéis, onde o mocinho vira bandido e vice-versa.
Isso seria mais ou menos como você ser acusado de ser um serial killer por ter uma camâra frigorífica em seu apartamento e de repente descobrir que o acusador entrou sorrateiramente em seu lar para obter tal informação. Talvez eu esteja levando Dexter muito a sério… A propósito, Dexter também está disponível para baixar através dos trackers do Pirate Bay.
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Em época de tragédia…
… pelo menos uma boa notícia.
UPDATE: as 11:40 a notícia ficou melhor ainda!
Já vai tarde, coisa ruim, a Bahia agrade!
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Ok Ubuntu, eu me rendo!

Quem me conhece sabe que sou usuário Debian já a um longo tempo (depois de passar por Slackware, Conectiva (agora Mandriva) e Red Hat numa época que o Fedora ainda não existia). Porém acredito que chegou a hora de mais uma vez mudar de distro.
Continuo achando o Debian o máximo e admiro muito o seu modelo de desenvolvimento, sendo que cheguei a manter até alguns pacotes e participar do desenvolvimento do Debian-BR-CDD, tendo que largar essas atividades por falta de tempo e de ter outras prioridades na vida.
Gosto de ter um ambiente desktop relativamente atualizado e ao mesmo tempo estável. Ok, eu sei que o Etch saiu a pouco tempo e ainda está fresquinho, mas quanto tempo levaria para que ele se tornasse defasado e eu tivesse que apelar para os repositórios do testing ou do unstable?
Nada contra usar testing e unstable, pelo contrário, é até divertido e desafiador as vezes, e aprendi muito quando algumas coisas quebraram.
Mas chega um momento, que a gente precisa ter um sistema que seja rápido de instalar que esteja razoavelmente atualizado. Isso aconteceu no dia que precisei viajar a trabalho para Belo Horizonte e recebi um laptop da empresa onde trabalho que seria usado no projeto. Precisava instalar Linux nele, juntamente com algumas ferramentas para o trabalho. Eu só tinha em mãos um CD netinstall do Debian Etch e um outro CD contendo o Ubuntu 7.04.
Optei pelo Ubuntu, pois precisava ter a máquina pronta o mais rápido possível. Não podia perder muito tempo fazendo a instalação via Internet.
Muito fácil de instalar. O mesmo CD serve como Live CD e disco de instalação, não tem mais aquele negócio de discos separados. O bom é que enquanto instala, você pode usar o computador para outras atividades.
O particionamento de disco é que ficou meio a desejar. Não tinha como criar LVM nem sistemas de arquivos diferentes do ext3. Mas isso não tira o mérito do instalador.
Depois de instalado, chegou a hora da usabilidade. O Ubuntu simplesmente funciona. Tudo redondinho. Hardware funcionando corretamente e um excelente conjunto de software útil pré-instalado. Alem dos triviais Firefox e Open Office vieram dois softwares que achei sensacional.
O primeiro é o F-Spot, um gerenciador de fotos muito bom, que já usava no Debian, apesar dele não ter vindo instalado por padrão.
O outro, que ainda não conhecia, é o Tomboy, um software para anotações em geral, que permite links entre notas. Muito bom para organizar as idéiais. É o tipo de software que você não vive mais sem ele depois que descobre suas maravilhas.
Do ponto de vista do usuário comum, o Ubuntu me pareceu ser bem mais simples de usar. Poucas atividades precisaram ser feitas no terminal, aliás, acho que essas atividades nem precisariam ser feitas no terminal, devo ter feito assim pelo fato de eu ser um CLI-a-holic.
Isso foi apenas no laptop emprestado. Em casa ainda não tinha migrado. Continuava com o Sid. Então o Xorg quebrou depois de um dist-upgrade na última quinta, que fez com que Jana ficasse sem o computador durante o dia todo, pois deixei atualizando durante a noite e saí para trabalhar na sexta de manhã.
À noite eu precisava arrumar o problema. Porém eu precisava de algo um pouco mais estável, e que tivesse atualizações constantes. Isso é uma coisa legal do Ubuntu. A cada 6 meses sai uma versão nova.
Não tive dúvidas. Troquei o Debian pelo Ubuntu, ainda mais depois das 3 semanas de experiência em Belo Horizonte.
Resumindo, o Ubuntu é uma distribuição que você pode dizer “Toma, instala e usa isso aqui mãe!”.
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É tudo verdade… deu até no jornal
Esses dias todo mundo não fala de outra coisa: sexo na praia, Youtube, Cicarelli e censura na Internet.
Parece que nem o Big Brother Brasil, que essa semana estreou uma velha-nova versão na televisão, tem atraído os holofotes do povão.
Mal se vê gente pedindo senha da globo.com para assistir o BBB7.
O bloqueio ao Youtube já acabou, para infelicidade geral da Brasil Telecom e da Telefônica, que tiveram banda sobrando em seus links esses dias. O juiz reponsável por essa decisão acabou voltando atrás. Isso mostra que juízes não são pessoas de palavra e são motivados por motivos excusos e acabam depois desfazendo tudo para não ficar mal na fita. Aposto que se fosse o juiz Snyder nada disso teria acontecido.
Agora, depois disso tudo vem Daniela Cicarelli dizer que não tem nada a ver com o fato e que tudo é culpa do cara que a comeu em águas espanholas.
Graças a tudo isso, surgiu uma campanha de boicote a Cicarelli, porém não faço a menor idéia de como esse boicote será feito. A única coisa que sei dela é que tem um programa na MTV, do qual eu não consigo assistir mais do que 2 minutos (tempo necessário para revirar a casa procurando o controle remoto).
Então me pergunto se o boicote seria a esse programa. Acho bem improvável, pois acredito que ninguém gozando da plenitude de suas faculdades mentais consiga assistir aquilo. Aliás, quem consegue assistir a programação atual da MTV deve ter sérios problemas mentais. Precisa ser muito retardado para dar audiência pra eles no momento.
Nem os clipes da madrugada se salvam. Eles fazem questão de “debiloidar” a coisa, colocando aqueles comparativos que dizem se um nome combina com outro ou não.
Nesse caso realmente não se tem o que boicotar, então não tenho como entrar na campanha. É muito vaga.
E que disso tudo fique uma grande lição: nada de sexo na praia. Agora existem mais coisas para se preocupar do que a areia que invariavelmente acaba entr… err… deixa pra lá.
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